“Porque nos sonhos entramos num mundo inteiramente nosso. Deixe que mergulhe no mais profundo oceano, ou flutue na mais alta nuvem.” (Alvo Dumbledore)
Às vezes fico intrigada com a nossa capacidade imaginativa e com todos os seus mistérios. Como pode nossa mente não tem alguns míseros minutos de descanso? Ela não se cansa de funcionar e funcionar o tempo todo? Ao que me parece, não.
Considero os sonhos um modo do nosso subconsciente exibir o que, muitas vezes, tentamos evitar pensar. Nossos desejos mais profundos, talvez (?). E por mais que não possamos controlá-los, eles são um lugar só nosso, onde terceiros não podem interferir.
Acredito que mesmo os mais profundos pesadelos são maravilhosos, incríveis, pois somos confrontados por nossos medos e dificuldades.
Nos sonhos, somos quem somos, com nossas verdades e segredos. Não há mentiras ou fingimentos. Não há a necessidade de ser agradável para a satisfação alheia.
Não há limites para sonhar.
Somos protagonistas de curtas involuntários.

